Oficinas Pathdance

No seu Trabalho do Caminho, você está aprendendo a movimentar o seu corpo; aprendendo a movimentar os seus sentimentos; aprendendo a movimentar a sua mente de forma a que o seu espírito possa movê-lo. O espírito em movimento deve ter permissão para manifestar-se; é por esse motivo que todos os outros níveis da personalidade devem alinhar-se com a natureza inata do espírito: o movimento. Você move o seu corpo para que o fluxo energético possa penetrar em todo o seu sistema físico, a sua energia física; move os seus sentimentos aprendendo a expressá-los e a sentir o seu movimento no seu ser. Você move a sua mente abrindo-a a novas maneiras de ver as coisas. Essa é uma tarefa essencial. PGP 203

A Arte no Pathwork é utilizada como instrumento para estimular a criatividade, acessando o material subconsciente para ser elaborado. O Trabalho do Caminho possibilita a expansão da consciência, desenvolve a habilidade criativa e a capacidade de amar e ser feliz.

A arte, às vezes reflete esse mundo de êxtase porque a alma no fundo o conhece e deseja retornar a ele. Assim os pintores, os músicos, os poetas e os dançarinos revelam uma pequena mostra desse mundo total de êxtase, no qual nada morre ou decai nunca. Na qual a vida gloriosamente encontra sempre novas expressões sem nenhuma quebra na consciência que bloqueie a continuidade da vida. PGP 254  

Oficina  pathdance
a todos que sentem-se convidados a experimentar se autoconhecer por meio da dança. Não há necessidade de conhecer nem dança ou Pathwork.

Dia: 29 de junho, sábado
Horário: de 9h ao meio-dia
Local: Coletivo Pathwork
Endereço: Asa Norte, SRTVN 701 Centro Empresarial No rte bloco A sala 306

Oficina  pathdance à pathworkianos
a todos que já vivenciam a metodologia Pathwork e sentem-se convidados a experimentá-la por meio da dança. Não há necessidade de conhecer dança.

Dia: 29 de junho, sábado
Horário: de 15h às 18h
Local: Coletivo Pathwork
Endereço: Asa Norte, SRTVN 701 Centro Empresarial Norte bloco A sala 306

ministrada por Laura Virgínia helper trainee e artista de dança há 20 anos
Valor 80 reais
Inscrições e Informações
TIM 8474 5961
buquelauravirginia@gmail.cim
www.artesdelaurav.wordpress.com

aulas de Laura Virgínia

Aulas de Laura Virgínia

Aulas de Dança Contemporânea com a coreógrafa Laura Virgínia
iniciante e iniciados

segundas e quartas 12h10 – 13h50
valor 220 reais

Aulas de Alongamento Consciente
segundas e quartas 10h30 – 11h40
valor 200

local: Studio de Dança Regina Maura
endereço: CLS 116 bloco B loja 31
contato: 3245 1000

http://www.artesdelaurav.wordpress.com

BuquÊ

BuquÊ

Buquê foi construído a partir do conceito que vem sendo criado por mim denominado “dança-kitsch”. Onde isso nos leva? Bem, o Margaridas usa como pesquisa de linguagem a literatura (utilizando a forma poética e biográfica) e a Dança (na sua amplitude histórica) . Mas cada montagem requer sua linha de pesquisa interna, para Buquê não foi diferente. Era questão metalinguística, estava criando sobre a minha biografia – que é basicamente meu fazer artístico que é dançar, escrever, filmar…e sobre os poemas deste livro. Um dos impactos que observei na minha história foi que a cada estética que eu investigava, professor ou coreógrafo, era de praxe pedirem para descontruir o pensamento e movimento anteriores, como uma tabula rasa, e eu obediente cumpria essa disciplina de limpeza obsessiva fazer – “o que o chefe manda”. Ao perceber isso, me contraio para observar as memórias do corpo, percebo que estão todas as matrizes estéticas ali, digo de dança e até de leitura. Como organizar essa informação, como construir essas bases? Colando, estética sobre estética, coreógrafo sobre coreografo, até me autocitar no palco “Eu sou Laura Virgínia”, também citando assim Jerome Bel (“I am Susanne Linke”), nisso carnavalizo o romantismo, o rigor do Haiku, tento, e é sempre uma tentativa trazer algum sedimento ao que seria essa “dança-kitsch” que vem aparecendo nos videodanças “Retina” e no “Abs8-S3-x0”. Por ora é isso, mas sugestão: assista e devaneie no espetáculo pois foi antes de tudo pensado para um diálogo com o público, um diálogo como se tivéssemos sentados no jardim tomando chá, conversando e comendo bolinhos e biscoitos – bon appetit.
Laura Virgínia, coreógrafa

cansados verdes olhos

Se a vista cansou
o corpo percebe
40 anos tensionando
vamos virar a história
buscar um distinto tônus
numa repira-ação
ser sutil como a garça
contemplativo como o louva-a-deua
preciso como os pássaros
vigilante como o guepardo.
nessa busca de ser o que já se é
criar outro ritmo pra jornada.

Laura Virgínia
março, 2013

BUQUÊ , dias 28, 29, 30 e 31 de março

espetáculo "Buquê"

Margaridas Dança apresenta “BUQUÊ” – comemoração dos 9 anos da companhia
espetáculo de dança inspirado no livro homônimo de Laura Virgínia
De 28 a 31 de março
De quinta a sábado às 19h
Domingo às 18h
Ingresso: 20 reais (inteira) e 10 reais (meia-entrada)
Local: Teatro FUNARTE Plínio Marcos
Endereço: Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural
(entre a Torre de TV e o Centro de Convenções), Brasília/DF
http://www.margaridasdanca.wordpress.com
margaridasdance@gmail.com

Margaridas Dança estreou em outubro de 2012, o espetáculo Buquê, inspirado em livro homônimo da sua coreógrafa, Laura Virgínia que volta com temporada de 28 a 31 de março comemorando 9 anos da companhia.

Como característica do grupo usar tanto da obra literária quanto da biografia como inspiração na criação dos espetáculos, em Buquê não é diferente.

A própria diretora se atualiza em cena numa retrospectiva autobiográfica utilizando estéticas presentes na sua carreira: balé clássico, moderno, contemporâneo e até o jazz. A mistura divertida desses elementos foi elaborada afim de criar uma estética própria – uma dança kitsch.

Em Buquê, o público se depara com quatro momentos trazidos originalmente do livro para o palco. São aromas poéticos representados no espetáculo por estados energéticos distintos: fúria, prazer, leveza, alegria, paixão e amor. Cores, poemas, música, coreografia, figurinos, transmitem emoções mescladas com a palavra propriamente dita.

A ideia do espetáculo surgiu em comemorar os 20 de carreira da coreógrafa Laura Virgínia, num espetáculo onde mostrasse essa característica multimídia inquieta e apaixonada da diretora.

O espetáculo Buquê obteve patrocínio do FAC, fundo de apoio à cultura da secretaria de cultura do DF, apoiado pelo CDPDAN, coletivo de documentação e pesquisa em Dança Eros Volúsia Ida/CEN/UnB, e foi agraciado com o prêmio FUNARTE Klauss Vianna para Circulação do espetáculo em: Belém, Recife, João Pessoa, Goiânia e Rio de Janeiro.

O espetáculo estreou com uma temporada de 12 apresentações circulando em 3 teatros diferentes de cidades do DF: SESC Ceilândia, teatro Newton Rossi, SESC Taguatinga Complexo Cultural Paulo Autran e no Espaço Cultural Mosaico, na asa norte Plano Piloto. Em Ceilândia e Taguatinga foram 4 sessões gratuitas (tarde e noite) em dois dias de apresentação, à tarde eram sessões para escola que contatadas antecipadamente com o corpo docente de professores de literatura e artes prepararam os alunos para apreciação artística, eram jovens e adultos (EJA), ao todo foram 800 alunos. Na entrada, as pessoas receberam um exemplar do livro Buquê, lançado em 2006. Uma maneira de aprofundar ainda mais essa conexão entre linguagens que o Margaridas Dança propõe. Mais de 1000 pessoas apreciaram o espetáculo e na sua maioria saíram bem satisfeitas, recomendando para outras pessoas.

Buquê tem essa qualidade de atrair as pessoas, com os poemas recitados em movimento, traz uma satisfação de envolvimento e intimidade com a palavra que diverte, faz refletir e sensibiliza quem participa do encontro poético.

Em fevereiro de 2012, Buquê, participou do Festiarte, 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, apresentando com casa lotada na sala Martins Penna do TNCS. Em, julho desse mesmo ano, Buquê fez uma brilhante temporada no teatro Arraial em Recife .

Sobre Margaridas Dança
2 de abril de 2004 no Curto Circuito de Poesia em Brasília, DF, Brasil nasceu Margaridas Dança. Seu plano de trabalho é: pesquisar, produzir e divulgar criações desenvolvidas a partir da transdisciplinaridade da dança, literatura, música, videodança e performance. Esse pensamento e experiência integradores desenvolvidos por sua diretora-residente, Laura Virginia, possibilitaram a realização de suas produções mostrando-as em palcos, espaços públicos, festivais, mostras e projetos artísticos de Brasília e seu Entorno, Bahia, Campo Grande, Palmas, Recife, João Pessoa, São Paulo, Fortaleza.
Blog do Margaridas Dança: http://www.margaridasdanca.wordpress.com

Sobre Laura Virgínia
é artista de dança há vinte anos com uma vasta produção multimídia. É mestre em Artes pela UnB, Universidade de Brasília. É coreógrafa residente do Margaridas Dança desde 2004, assinando os trabalhos, inspirados em obras literárias, realizados pela companhia, utilizando sua pesquisa corporal Ações da Fala – dançarfalando: “Perto do Coração Selvagem” (2004), “Campo de Flores” (2005), ‘Tu não te moves de ti” (2006), “Rainha”(2007), “Samambaia” (2008)e “Buquê”(2010). Três videodanças: “Retina” (2009); “Abs 8 – S3 – x0, eixo monumental dos prazeres, saída sorte ” (2011)e o terceiro videodança da série “Pequenas Criaturas” (2011). É pesquisadora no CDPDan – Coletivo de Documentação e Pesquisa em Dança Eros Volúsia CEN/UnB.

A FUNARTE apresenta RAINHA

O Margaridas Dança (Brasília, 2004) inspirou-se em poemas de escritoras brasileiras e estrangeiras para refletir sobre a condição da mulher negra na atualidade para realizar o espetáculo intitulado “Rainha”, que aborda diferentes olhares dessa realidade, tanto questões políticas e sociais, como também o lirismo encontrado em sua escrita. Conta com o elenco de Laura Virgínia como diretora e intérprete, Cleani Marques como intérprete e Édi Oliveira na criação coreográfica. “Rainha” foi agraciado com o Prêmio FUNARTE Klauss Vianna em 2010, possibilitando apresentação em: Campo Grande, Salvador, João Pessoa, Recife e Palmas.

“Após ler ‘O olho mais azul’ da estadunidense Toni Morrison (Prêmio Nobel de Literatura) fui picada pela curiosidade em saber sobre a identidade negra. Minha ignorância era grande. Ao investigar junto com Cleani, descobrimos um campo vasto de criatividade e dor. Fizemos um recorte no qual se focalizaria os aspectos da mulher contemporânea negra: trabalho, imagem, fragilidade/força, condição sócio-cultural, invisibilidade, beleza, dignidade, alienação e emancipação. Adentramos na escuridão maternal de Juliano, filho de Elisa Lucinda, sem medo porém com respeito e alegria. O coreógrafo Édi Oliveira foi convidado para criar as coreografias da montagem, em conjunto com bailarinas-criadoras. “Preconceito, dignidade, orgulho, consciência, altivez, baixa-estima, medo, luta. Substantivos tão diversos e contrastantes, que me ajudaram a construir uma leitura sobre a realidade heterogênea da mulher negra no Brasil atual”, revela o coreógrafo.

Para elaboração de “Rainha”, o elenco fez uma pesquisa literária durante seis meses e optou por usar poemas como base da criação. A maior dificuldade foi encontrar material de escritoras brasileiras, pela ausência de publicações de mulheres negras no País. Após reunir vários textos, alguns foram selecionados para entrar em cena. Os poemas foram usados tanto como inspiração para expressar o imaginário feminino negro, como também para compor a própria dança. A marginalização social, o preconceito racial, a sensualidade estereotipada, a ancestralidade negra, são algumas das questões observadas no discurso das escritoras. “Rainha” transporta esse universo para o palco, com uma estrutura coreográfica que reflete um mosaico de palavras e movimento.

Dentre os textos selecionados para compor o espetáculo e inspirar suas cenas encontramos material das escritoras brasileiras: Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo (Minas Gerais); Cristiane Sobral e Tatiana (Brasília); Elisa Lucinda (Espírito Santo); e Andréia Lisboa e Negra Li (São Paulo). Os poemas das norte-americanas são de Toni Morrison (Ohio); Alice Walker (Geórgia); Audre Lord (New York) e Maya Angelou (Missouri). A trilha sonora reforça esse universo feminino negro utilizando as canções ‘Four women’ e ‘Images’ de Nina Simone; ‘Tarata’ interpretada por Clementina de Jesus; e ‘Ilu ayê’ na voz de Clara Nunes.

SERVIÇO
Margaridas Dança apresenta “RAINHA”
espetáculo de dança inspirado em poemas de escritoras negras.
Dias, 7, 8, 9 e 10 de março
De quinta a sábado às 21h
Domingo às 20h
Ingresso: 20 reais (inteira) e 10 reais (meia-entrada)
Local: Teatro FUNARTE Plínio Marcos
Endereço: Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural
(entre a Torre de TV e o Centro de Convenções), Brasília/DF
http://www.margaridasdanca.wordpress.com

Ficha Técnica:
Direção: Laura Virgínia
Coreografia: Édi Oliveira
Dançarinas e colaboradoras coreógraficas: Cleani Marques Calazans e Laura Virgínia
Cenário, Design Gráfico, Figurino e Maquiagem: Flávia Amadeu
Iluminação: Marcelo Augusto Santana
Produção Executiva: Lina Frazão e Lívia Frazão
Assessoria de Imprensa: Liana Gesteira

Agenda Artes e Autoconhecimento dessa semana!

convites para quem quiser me acompanhar nessa semana, agenda aí:
quarta dia 27, 8h da matina, aula aberta “Pathwork”, para aqueles que querem conhecer a metodologia.
19h, início de noite, na mesma quarta 27, aula aberta “Amor, Eros e Sexo”, vamos experimentar essa trilogia nos nossos relacionamentos amorosos.
Aulas Abertas no coletivopathwork SRTVN 701, Centro Empresarial Norte bloco A sala 306 (ao lado do Brasília Shooping)
e na sexta dia 1° de março “Mexido de Dança”, oficina “Apreciação em Dança”, 8 da matina, mostra comentada de videodança – 16h, com os videodanças: “Retina”, “De água nem tão doce” e “videodanças 2 e 4 da série “‘Pequenas Craituras” – à noite, performances: “No Princípio”, a partir de 18h, ente outras no teatro sesc silvio barbato no scs, detalhe: entrada, sua vívida presença!

2• ciclo de AULAS ABERTAS 
fev/mar
coletivopathwork

O Pathwork é um caminho para a autotransformação e auto realização espiritual, direcionado àqueles que desejam um relacionamento mais verdadeiro consigo) e com a vida. Inclui uma compreensão profunda da negatividade pessoal para dissolver velhas crenças, condicionamentos e imagens errôneas.

O método é prático, aplicável ao nosso dia-a-dia, muito útil para pessoas que estão buscando um caminho espiritual ou que gostariam de entender a razão de certos acontecimentos em sua vida. Com frequência essa busca se manifesta como uma sensação de inquietação, um anseio, um vazio que nada preenche.

“A pessoa não alienada de si mesma percebe a riqueza de sua própria individualidade. Percebe o poder que tem. Confia em si porque consegue renunciar e, assim, não sente compulsão nem ansiedade. Relaciona-se consigo mesma, está em contato com o âmago do seu ser, e assim pode relacionar-se com os outros. Tudo isso acontece sem que a pessoa se superestime. Ela não precisa ser toda glória e perfeição e, por causa disso, utiliza a infinita riqueza do seu ser”. (PGP 95)

O coletivopathwork, criado com a intenção de unir forças e intenções positivas nesse trabalho de facilitação, convida, com muita alegria e disposição na alma e no coração às aulas abertas 

27/02 quarta – 8h – “Pathwork?”
Facilitadora: Laura Virgínia
- 19h –” Eros, Amor e Sexo”
Facilitadora: Laura Virgínia

28/02 quinta – 19h – “Autoconfiança, sua verdadeira origem”
Facilitadora: Susana Carvalho

01/03 sexta – 11h30 – “Escolhendo seu destino”
Facilitadora: Susana Carvalho

04/03 segunda – 16h –” PathDance”
Facilitadora: Laura Virginia

05/03 terça– 16h30 – “Movimento, Consciência e Experiência”
para jovens de 16 a 22 anos
Facilitadora: Patrícia Frajmund
- 19h –” Movimento, Consciência e Experiência”
Facilitadora: Patrícia Frajmund

06/03 quarta – 19h30 – “O que é o Pathwork?”
Facilitadora: Eloiza Silva

Local: SRTVN 701 – Centro Empresarial Norte – Bloco A Sala 306 – Próximo ao Brasília Shopping

Informações – coletivopathwork@gmail.comImagem